Eu sou um grande fã do Heavy Metal, e ouço praticamente qualquer coisa que tenha uma guitarra um baixo e uma bateria de bumbo duplo, mas desde quando eu comecei a ouvir HM uma banda sempre foi minha favorita: Metallica.
Primeiro eles me surpreenderam por suas músicas de 10 minutos, com incriveis solos que se estendiam pela eternidade. A sensação ao ouvir aquilo era simplismente indescritível. Era como se Deus sussurasse em meus ouvidos.
Com o tempo eu fui percebendo que muitos dos fãs achavam que a banda havia 'morrido' depois de "...And Justice For All". E por isso eu tive um enorme preconceito em ouvir qualquer música que não estivesse nos álbuns antigos, até que um amigo meu me emprestou uns dvd's com algumas músicas antigas e outras novas tudo misturado. Eu primeiro ouvi apenas as minhas favoritas, mas com o tempo a curiosidade falou mais alto e fui ouvindo músicas "pós-and justice". E aí veio minha surpresa:
As músicas perderam suas introduções de quase 2 minutos totalmente instrumentais, e passaram a praticamente já começar com vocal, as letras se tornaram mais psicodélicas e sem sentido aparente e os solos diminuíram. As músicas haviam perdido todas as suas qualidades, as qualidades que as transformavam em algo sublime, mas em compensação ganhavam alguma coisa, um toque, um não-sei-o-quê que as deixava tão lindas quanto as antigas, apenas de um jeito diferente.
No fim, Metallica sempre será Metallica.
.: Frank
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Orkut Pervertido
Eu sei que é idiota e sem sentido postar isso aqui, mas olha a pornografia que o orkut colocou na minha sorte de hoje:
Por trás de um grande homem sempre há outros grandes homens... ou uma mulher.
Certo, provavelmente o pervertido sou eu já que fui eu quem pensei sacanagem disso aí, mas tenho certeza de que você que está lendo (se é que alguém ainda lê esse blog) também riu do duplo sentido.
.: Frank
Por trás de um grande homem sempre há outros grandes homens... ou uma mulher.
Certo, provavelmente o pervertido sou eu já que fui eu quem pensei sacanagem disso aí, mas tenho certeza de que você que está lendo (se é que alguém ainda lê esse blog) também riu do duplo sentido.
.: Frank
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Obituário
Alberto era um garoto gordo, e por isso todos na escola zombavam dele. Ele se esforçou para emegrecer, mas foi em vão, já que o único consolo que encontrava para sua solidão era o prazer da gula. Ele era sempre desprezado por todos, e por isso se apegou aos estudos como forma de mostrar que tinha algum valor. Se tornou um grande cientista, renomado no mundo inteiro. Ao receber seu primeiro prêmio percebeu que todos os sorisos destinados a ele eram falsos e que no fundo ele continuava o mesmo garoto solitário. Ao chegar em casa colocou cuidadosamente o prêmio sobre a mesa da sala, foi até a cozinha e encheu um copo com o veneno que ele costumava usar para matar insetos. Bebeu lentamente e desmaiou em poucos segundos, já sem vida. Seu corpo só foi encontrado duas semanas depois quando o fedor começou a encomodar o vizinho que ligou para a polícia. Não houve velório para Alberto, já que ninguém se importou em organizar uma despedida para aquele homem. No enterro não havia ninguém para chorar. Só três anos depois, quando um novo morador comprou a casa de Alberto descobriram as palavras gravadas com faca na mesa de madeira. "Morro, e morro sozinho. Não haverá ninguém no meu velório".
.: Frank
.: Frank
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Cronêma (Crônica Poética)
Sobre dias de solidão
Posso ouvir o canto dos passaros ecoando em minha mente
Todo o resto a minha volta é vazio
Minha vida é preenchida com altas dozes de solidão
Me alimento das trevas remanecentes de um passado distante
Sofro sozinho enquanto o sol nasce no horizonte
As pessoas acordam para mais um dia
Mas eu nunca durmo
Em minha mente passam os raros momentos de felicidade
Teu sorriso gentil e teus lábios vermelhos, tão doces
Nada mais que uma recordação
E só resta o vazio
.: Frank
Posso ouvir o canto dos passaros ecoando em minha mente
Todo o resto a minha volta é vazio
Minha vida é preenchida com altas dozes de solidão
Me alimento das trevas remanecentes de um passado distante
Sofro sozinho enquanto o sol nasce no horizonte
As pessoas acordam para mais um dia
Mas eu nunca durmo
Em minha mente passam os raros momentos de felicidade
Teu sorriso gentil e teus lábios vermelhos, tão doces
Nada mais que uma recordação
E só resta o vazio
.: Frank
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Novo traço, nova forma
Tela em branco esperando a ser pintada.
Ou ao menos tirada do branco vazio.
Cada traço forma uma nova imagem.
A tornar-se possível esboços que.
Sem tais traços nunca existiriam.
Inúmeros caminhos, cada um à espera.
De que nossa vontade se decida entre um.
Ou outro. As vezes dividem-se.
E cada parte segue um caminho.
A encontrar-se mais tarde.
Cada qual com um novo rabisco, um esboço.
Junta-se ao todo, nunca absoluto.
Mas sim em aglomerados de telas não mais vazias.
Uma imagem formada, que a cada novo traço.
Forma uma nova imagem, diferente da anterior.
Após preenchido o vazio da tela.
O branco jamais o será novamente.
O eu já não existe, é passado.
Um novo eu é presente.
Traça-se novos traços, e mais uma vez.
Eu é passado.
__________________.
!?
.: Bugatti.
Ou ao menos tirada do branco vazio.
Cada traço forma uma nova imagem.
A tornar-se possível esboços que.
Sem tais traços nunca existiriam.
Inúmeros caminhos, cada um à espera.
De que nossa vontade se decida entre um.
Ou outro. As vezes dividem-se.
E cada parte segue um caminho.
A encontrar-se mais tarde.
Cada qual com um novo rabisco, um esboço.
Junta-se ao todo, nunca absoluto.
Mas sim em aglomerados de telas não mais vazias.
Uma imagem formada, que a cada novo traço.
Forma uma nova imagem, diferente da anterior.
Após preenchido o vazio da tela.
O branco jamais o será novamente.
O eu já não existe, é passado.
Um novo eu é presente.
Traça-se novos traços, e mais uma vez.
Eu é passado.
__________________.
!?
.: Bugatti.
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